Região

Sem fiscalização, ilhas ao longo do rio São Francisco se transformam em palco para festas clandestinas e aglomerações

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Na última sexta-feira, dia 16, o Governo do Estado decidiu prorrogar as medidas restritivas em toda a Bahia. O toque de recolher noturno e a suspensão de shows, festas e atividades esportivas coletivas continuam até o dia 26 de abril.

A prorrogação das medidas, que têm o objetivo de conter a disseminação da Covid-19, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (17).

A restrição de locomoção noturna vale das 20h às 5h, sendo vedado a qualquer indivíduo a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas. Os shows e as festas, públicas ou privadas, continuam proibidas, independentemente do número de participantes, em todo território baiano.

Mas o que se viu neste domingo nas redes sociais foi um festival de denúncias de festas e aglomerações nas ilhas ao longo do Rio São Francisco, bem como de festas clandestinas mais uma vez na ilha do Maroto onde se registrou grande número de embarcações, som, bebida e nenhuma fiscalização.

Uma leitora da Rede GN encaminhou dois vídeos registrando aglomeração na Ilha do Maroto. “Neste sábado na Ilha do Maroto, aonde está a marinha?” relatou a denunciante que prosseguiu: “Carnaval ou São João na Ilha do Maroto? Aonde estão as nossas vigilâncias sanitárias? Hospitais com 96% de ocupação das UTI’s, cadê o povo que não fiscaliza o Rio. Marinha, cadê você? Peço que não me identifique”.

Também fica proibida a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por delivery, das 18h de 23 de abril até as 5h de 26 de abril, em toda a Bahia.

Sobrou até para o vereador Lourival Quirino que foi flagrado neste sábado (17) com um grupo em evento esportivo no Rio São Francisco e todos sem máscara com aglomeração. As imagens foram divulgadas nas redes sociais pelo leitor Valterlino Pimentel.

Pelas imagens é possível perceber que o parlamentar estava sem máscara de proteção, equipamento obrigatório em locais públicos durante a pandemia da Covid-19, de acordo com um decreto estadual e municipal. Mesmo sem o equipamento, o vereador conversava bem perto das pessoas.


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